
No dia 24/5, o jornal "Estadão" publicou sem destaque nenhum, e em três minúsculas linhas, a denúncia gravíssima de uma brasileira residente nos EUA. Os livros de geografia de lá estão mostrando o mapa do Brasil amputado, sem o Amazonas e o Pantanal. Os americanos estão ensinando nas escolas, que estas áreas são internacionais, ou seja, em outras palavras, eles estão preparando a opinião pública deles, para dentro de alguns anos se apoderarem de nosso território com legitimidade.
Se houver duvida que nos Estados Unidos existem mapas do Brasil sem a Amazônia, basta conferir na página 76 do livro didático norte-americano "Introdução à Geografia", do autor David Norman, utilizado na Junior High School (equivalente à 6ª série do Ensino Fundamental brasileiro), onde a Amazônia é dita como da responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas, pois ela está localizada na "América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo", é parte de "oito países diferentes e "estranhos" irresponsáveis, cruéis e autoritários", povos cruéis, tráfico de drogas, e o "povo é inculto, ignorante", podendo "causar a morte do mundo todo dentro de poucos anos".
Isso explica a "Operação Colômbia"; as tropas americanas (80 mil) homens no Suriname; a apropriação da base aérea (da FAB) de lançamentos de Alcântara; a intenção dos Estados Unidos de colocar um escritório da CIA na tríplice fronteira (Foz do Iguaçu), e a implementação de duas bases militares na Argentina, uma na Patagônia e outra próxima a Buenos Aires.
Ou seja, a Amazônia está CERCADA, sitiada por forças americanas, que garantirão a posse da região a qualquer hora dessas.
Como já foi mostrado que a "guerra" contra Osama Bin Laden e o Talibã é muito mais uma questão de passar um oleoduto pelo Afeganistão (para tirar o petróleo russo do Mar Cáspio), que o Talibã não concordava, é de uma clareza solar os motivos dos Estados Unidos na sua pretensão de "pacificar" a América do Sul, e de "combater" o narcotráfico na Colômbia, enviando para lá imenso arsenal e 100 mil homens
Segundo o livro didático americano, desde meados dos anos 80, a mais importante floresta do mundo passou a ser responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas. É chamada PRINFA (PRIMEIRA RESERVA INTERNACIONAL DA FLORESTA AMAZÔNICA), e sua fundação se deu pelo fato de a Amazônia estar localizada na América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo e cercada por países irresponsáveis,cruéis e autoritários. Fazia parte de oito países diferentes e estranhos, os quais, em sua maioria, são reinos da violência, do tráfego de drogas, da ignorância, e de um povo sem inteligência e primitivo.
A criação da PRINFA foi apoiada por todas as nações do G-23 e foi realmente uma missão especial para nosso país e um presente para o mundo todo, visto que a posse destas terras tão valiosas nas mãos de povos e países tão primitivos condenariam os pulmões do mundo ao desaparecimento e à total destruição em poucos anos.
“Podemos considerar que esta área tem a maior biodiversidade do planeta, com uma grande quantidade de espécimes de todos os tipos de animais e vegetais. O valor desta área é incalculável, mas o planeta pode estar certo de que os Estados Unidos não permitirão que estes países Latino Americanos explorem e destruam esta verdadeira propriedade de toda a humanidade. PRINFA é como um parque internacional, com severas regras para exploração”, dizem os americanos.