| Greve anunciada para o dia 10 pode deixar o Rio nas mãos dos bandidos |
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Anunciado desde o ano passado, quando dezenas de militares foram presos por manifestarem sua insatisfação com o piso salarial de R$ 1.031,00, o movimento de greve retomou a luta por melhorias nas condições de trabalho e vencimentos mais dignos para policiais e bombeiros militares. No último domingo, salário de cerca de 5.000 pessoas, entre bombeiros e policiais civis e militares, foram às ruas da zona sul da cidade para protestar contra os baixos salários e reivindicar por melhores condições de trabalho. Se o aumento não for concedido, a classe vai promover uma greve geral no dia 10 de fevereiro. O pleito salarial é de R$ 3.500, mas o governo ofereceu essa semana 39% de reajuste em parcelas nos próximos 24 meses, para bombeiros, policiais militares e agentes penitenciários.
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